Blogue nascido no âmbito do projecto "Saber comprar, ler/ver e partilhar", apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian em 2009 e dinamizado pela Biblioteca Escolar Amélia Pais, da ES Francisco Rodrigues Lobo - Leiria.
Quanto à Marina de Ruiz Zafón fiquei com muitas boas recordações :) A história que envolvia as personagens aprofundava se página por página. Nas ruas esquecidas de Barcelona, Óscar e a sua nova amiga Marina descobrem coisas que não deviam e acabam por se envolver numa guerra que não é deles. Mesmo assim, o desejo de saber mais não desvaneceu durante as descobertas sinistras que tiveram. Curiosamente, o que mais me surpreendeu foi o fim. Quase sempre acerto no desfecho duma história, nesta não. Posso até dizer que foi chocante, não queria nada que acabasse assim. Mas confesso que foi uma escolha inteligente e corajosa do autor. Muitos optam pelo fim "politicamente correto" mas Zafón arriscou...
É esta a proposta de leitura para as turmas A e E do 10º ano, num trabalho colaborativo da BE com a professora de Física e Química Cristina Gomes. Pelo ambiente, um desafio a agarrar!
Assinala-se hoje o Dia da Escola e, desta feita, em circunstâncias diferentes do habitual. No entanto. a biblioteca escolar não quis deixar de lembrar o patrono da nossa escola: Francisco Rodrigues Lobo e preparou a leitura de uma passagem de "Corte na Aldeia" (1619).
Quanto à Marina de Ruiz Zafón fiquei com muitas boas recordações :)
ResponderEliminarA história que envolvia as personagens aprofundava se página por página. Nas ruas esquecidas de Barcelona, Óscar e a sua nova amiga Marina descobrem coisas que não deviam e acabam por se envolver numa guerra que não é deles. Mesmo assim, o desejo de saber mais não desvaneceu durante as descobertas sinistras que tiveram.
Curiosamente, o que mais me surpreendeu foi o fim. Quase sempre acerto no desfecho duma história, nesta não. Posso até dizer que foi chocante, não queria nada que acabasse assim.
Mas confesso que foi uma escolha inteligente e corajosa do autor. Muitos optam pelo fim "politicamente correto" mas Zafón arriscou...
Um final surpreendente, de facto, Mafalda.
ResponderEliminar