quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Pelo Ambiente

É esta a proposta de leitura para as turmas A e E do 10º ano, num trabalho colaborativo da BE com a professora de Física e Química Cristina Gomes.
Pelo ambiente, um desafio a agarrar!

27 comentários:

  1. O ser Humano é o principal predador de todas as cadeias alimentares. Este mata para se alimentar, por diversão ou para fundos lucrativos.
    Atualmente há mais de 300 espécies em vias de extinção, muitas delas devido a nós , ou por extinção de outro animal que também se extinguiu devido a influência direta ou indireta do Homem.
    Indiretamente também estamos a matar, poluindo o seu ar e ocupando a sua casa.
    Tudo isto torna-se um ciclo vicioso que não quer mudar. As reservas naturais não salvam todas estas espécies, e cabe a nós fazer com que elas possam viver livremente sem ajuda.
    A frase mais apelativa deste capitulo é " (...) A sobrevivência da fauna de grande porte, (...), foi deixada completamente ao acaso. "
    Ana Pedroso 10ºA

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  2. Ana, apontaste aspetos de extrema importância e a questão da poluição está a dar conta de todos nós!

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  3. Após a leitura de um dos textos deste mesmo livro fiquei a conhecer vários aspectos sobre os gases de efeito de estufa.
    Percebi melhor que gases potenciam o efeito de estufa bem como a sua permanência na atmosfera.
    A quantidade de emissão de gases que influenciam o efeito de estufa presentes na atmosfera tem vindo a aumentar a partir da época pré-industrial.
    Essa subida é alarmante pois as consequências podem trazer graves problemas ambientais e sociais.
    Apesar de tudo, para que queiramos viver bem ou melhor que os nossos antepassados temos que pensar muito bem nos nossos atos e ponderar se esses atos podem originar consequências não só para nós como para as gerações vindouras. Devemos também que diminuir os prejuízos provocados pelas gerações antepassadas e sensibilizar as sociedades para que tenham em consideração o estado do planeta e que não voltem a ter as mesmas ações feitas ao longo do tempo pelos nossos antepassados pois a historia acaba sempre por repetir.
    Aprendi inclusive que apesar de todos os gases que potenciam o efeito de estufa, o que mais degrada é um dos mais produzidos mundialmente que é o dióxido de carbono pois este gás acaba por absorver mais radiação do que muitos outros. Outro gás que tem uma eficácia tremenda são os CFC's que apesar de já ter sido proibido a sua utilização no fabrico de produtos continua a trazer demasiados malefícios. Este gás é capaz de permanecer na atmosfera cerca de 150 anos ( ou ate mais consoante o CFC em causa ) e pode absorver 15 a 20 mil vezes mais que o dióxido de carbono.
    Como conclusão temos que resolver este problema que temos entre mãos se queremos permanecer num planeta bom por um indeterminado período de tempo e não podemos estar à espero que os outros resolvam o assunto porque assim nunca chegaremos a lado algum.

    Gostei de ter lido este texto e tenho a certeza que este assunto nunca mais sera deixado de parte por mim, pois eu gosto de deixar o mundo melhor do que me deixaram a mim.

    Frederico Duarte 10ºE
    "Gases com efeito de estufa
    Incertezas e complexidades" pag 112/113

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    1. "pois eu gosto de deixar o mundo melhor do que me deixaram a mim." - esta é sem dúvida uma sugestão geral no melhor espírito escutista.
      Pequenos gestos podem fazer a diferença.

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  4. Os tempos mudam, a tecnologia e a inovação aumenta, mas muitas vezes pondo em risco quer a qualidade de vida das gerações actuais quer das gerações futuras.
    A produção de energia nuclear é uma das mais eficazes maneiras de produção e fornecimento de energia em massa, mas efectivamente é também das mais poluentes.
    A industria nuclear produz detritos e resíduos. Os elementos mais radioactivos são separados dos restantes, até que a sua radioactividade diminua. Portanto, seria de esperar que a curto prazo, os resíduos viessem a apresentar, uma radioactividade comparável à do meio natural. O que nem sempre acontece.
    As fábricas de combustíveis, ou centrais eléctricas rejeitam resíduos líquidos e gasosos que são sucessivamente armazenados e abandonados.
    A acumulação de resíduos nucleares faz com que o perigo para a saúde aumente, o que pode mesmo levar à morte. A destruição do meio ambiente e os riscos para a saúde de outros animais também fazem com que a eliminação dos resíduos nucleares seja uma preocupação necessária.
    Para além dos métodos já conhecidos e tradicionais abordados no artigo, de eliminação dos resíduos nucleares tal como se faz nas formações geológicas profundas, após uma breve análise e pesquisa na Internet, pude concluir que a todo o momento novas técnicas surgem. Uma das quais, e aparentemente bastante vantajosa, seria a eliminação do urânio, plutónio e outros produtos por separação em diferentes elementos usando produtos químicos. O uso deste método de eliminação de resíduos nucleares, faria com que os produtos do processo pudessem ser reutilizados. No entanto, o alto custo e a falta de instalações para o processo torna-o um método menos viável.
    Assim se conclui que o principal objectivo da existência do homem é a sua constante satisfação, independentemente das consequências. É visível a indiferença que o ser humano apresenta aos custos das soluções aos problemas que a própria humanidade provoca. Portanto deveríamos reflectir. Sendo o homem um produto da natureza, é-nos legítimo colocá-la em risco?

    Liliana 10º.E

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    1. "Resíduos nucleares: como eliminá-los?"

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    2. Ainda indicaste a tempo o título do artigo.
      Portanto, como é muito caro, o resíduos ficam "por aí".
      E toda a natureza sofre as consequências.
      Nesta matéria, alguma sugestão de solução ao nosso alcance?

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  5. Ao ler um texto deste livro, fiquei a conhecer, de forma mais clara, os gases presentes na nossa atmosfera que potencializam o efeito de estufa.
    Entre os vários gases que absorvem a radiação infravermelha irradiada pela Terra, temos, por exemplo, o vapor de água, cuja concentração não depende diretamente da atividade humana; o gás carbónico, o metano, o protóxido de azoto e os clorofluorcarbonetos, mais conhecidos como CFC, tendo estes um elevado período de permanência na atmosfera e são produzidos pela industria ou pela agricultura, ou seja, pala atividade que o ser humano realiza no seu quotidiano.
    Apesar do efeito de estufa permitir uma temperatura amena, o aumento dos gases na atmosfera pode desencadear graves consequências.
    Além disso, as variações das concentrações do efeito de estufa podem também prejudicar as outras camadas da atmosfera, afetando nomeadamente as concentrações do ozono estratosférico, essencial à existência de vida.
    Assim, de forma a preservarmos o nosso planeta devemos sensibilizar a população para este problema e arranjar forma de estabilizar as suas concentrações para apenas vivenciarmos do bom efeito de estufa.
    Está nas nossas mãos melhorarmos e salvarmos o planeta que nos foi deixado pelos nossos antepassados e que servirá de casa para as gerações futuras.
    Bárbara 10ºE
    "Gases com efeito de estufa Incertezas e complexidades"

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    1. "Assim, de forma a preservarmos o nosso planeta devemos sensibilizar a população para este problema e arranjar forma de estabilizar as suas concentrações para apenas vivenciarmos do bom efeito de estufa."
      Alguma sugestão concreta de um pequeno gesto?

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  6. Ao ler este artigo apercebi-me o quão difícil é fazer uma previsão quantitativa com exactidão acerca das consequências do efeito de estufa. Existem demasiadas variáveis para poder afirmar-se algo a nível locar e regional. Portanto as previsões que são feitas com segurança, são as que pretendem abranger todo o Mundo.
    Em 1990 pode-se realizar um estudo global, mas actualmente ainda é impossível fazer o mesmo a nível regional. Tal como se pode ler no artigo: "as incertezas são de tal ordem que qualquer previsão quantitativo é, por enquanto, impossível".
    Beatriz Carvalho 10ºA
    "Dúvidas quanto às consequências do efeito de estufa a nível regional"

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    1. 24 anos depois, será que a nossa região (Europa) nos está a dar sinais?

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  7. ''Gases com efeito de estufa
    Incertezas e complexidade - Vapor de água, gás
    carbónico, metano, protóxido de azoto, CFC,...''

    Como é do conhecimento de todos, a temperatura média do planeta está a aumentar. A principal causa é o aumento do lançamento para a atmosfera de gases com efeito de estufa (GEE). São exemplos destes o metano, o dióxido de carbono, os CFC's, etc.
    Por um lado é o efeito de estufa que assegura uma temperatura média que permite a existência de vida no planeta mas ''tudo o que é em excesso faz mal'' e, portanto, o aumento das emissões destes gases, que se verificou a partir da Revolução Industrial, tem consequências graves para o Homem, para a Terra que nos acolhe e alimenta e também para as gerações futuras que não poderão usufruir dos recursos do planeta devido às consequências dos atos do Homem contemporâneo.
    As alterações climáticas são um dos problemas mais abordados da atualidade mas, apesar disso, as medidas tomadas pelos governos parecem não se fazerem sentir.
    A situação é alarmante, porém parece que ainda pouca gente tomou consciência disto, uma vez que temos tido um dos piores Invernos de sempre, Verões demasiado quentes e secos, radiações cada vez mais nocivas a atingirem a Terra e esta a destruir-se por causa de um ser que apesar de ser racional por vezes tem atitudes que não o demonstram. O desrespeito por quem o criou é uma delas e deveria ser suficiente para alterar as estatísticas e as previsões que são tudo menos otimistas.
    Existem alternativas e até algumas soluções para diminuir a longo prazo a emissão de GEE, desde a colocação de filtros nas chaminés das fábricas, plantação de árvores para fazer face ao seu abatimento nalgumas das florestas mais importantes do mundo à própria educação ambiental que começa em casa. Por exemplo, ao reciclar estamos a diminuir a produção de certos materiais desde a sua raiz e que implicam o lançamento destes gases para a atmosfera.
    Depende tudo da vontade de cada uma e apesar do mundo em que vivemos acredito ainda ser possível inverter esta realidade para que as gerações futuras possam desfrutar da Natureza, já não digo como os nossos antepassados mas pelo menos como nós. Basta querermos.

    O artigo que acima mencionei pretende sensibilizar-nos para tudo isto e contribuiu não só para aumentar o meu conhecimento sobre o assunto como também para me fazer refletir sobre esta problemática.

    - Sandrina Pereira Francisco, nº27, 10ºE

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    1. "uma vez que temos tido um dos piores Invernos de sempre, Verões demasiado quentes e secos, radiações cada vez mais nocivas a atingirem a Terra e esta a destruir-se por causa de um ser que apesar de ser racional por vezes tem atitudes que não o demonstram."
      Haveria outros excertos do teu texto a destacar.
      Penso que gostarás de ler "O homem que plantava árvores".

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  8. Com base no artigo “Gases com efeito de estufa – incertezas e complexidade", concluí que os gases com efeito de estufa são determinantes na estabilização do clima.
    A Terra irradia radiação Infra Vermelha que, sendo absorvida por estes gases, volta a ser difundida em todas as direções mantendo, neste processo, o equilibro energético que permite a vida no Planeta.
    Os principais gases que provocam o efeito de estufa são o vapor de água, CO2, CH4, N2O4 e CFC’S. Enquanto o vapor de água se recicla em poucas semanas e não está diretamente dependente de fatores antropogénicos, os restantes gases atrás mencionados têm um período de manutenção na atmosfera de cerca de 10 a 200 anos e são diretamente produzidos pela atividade do Homem, seja a nível industrial, seja a nível agrícola.
    A monotorização dos constituintes atmosféricos, que é feita regularmente em estações metereológicas, indica o aumento acentuado da quantidade de gases com efeito de estufa. Apesar da quantidade de CH4 e N2O4 ser muito menor que a de CO2, é importante ter presente que os primeiros têm poder de absorção muito maior que os segundos.
    Já os CFC’s, que surgiram em meados do séc. XX, têm um poder de absorção 15 a 20 mil vezes maior que o CO2 e permanece cerca de 150 anos na atmosfera, provocando um aumento exacerbado do efeito de estufa.
    A leitura deste artigo permitiu –me tomar consciência da importância da sensibilização da população para a diminuição da emissão de gases que provocam o efeito de estufa. O fututo do planeta está nas nossas mãos.

    Adriana Dias, nº1, 10ºE

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    1. Que poderá cada um de nós concretamente fazer?

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  9. Após ter lido o artigo "Os riscos de contaminação a longo prazo", constatei que os riscos trazidos pelo enterro de resíduos nucleares, afeta e afetará de forma negativa a vida na Terra de uma forma catastrófica se não forem tomadas medidas.
    Duas medidas encontradas foram enviar os resíduos nucleares para o espaço e selar esses resíduos em sacos e envia-los para o fundo do oceano, mas ambas as medidas têm que ser melhor trabalhadas, pois não podemos permitir que as ações tomadas no presente venham a afetar o futuro.
    Desta forma acho fundamental descobrir uma forma de eliminar os resíduos nucleares sem perturbar a vida na Terra ou mesmo pertubar o que a rodeia.
    Devem ser feitos os máximos esforços para descobrir esta tal "forma" de eliminar os resíduos nucleares para garantir uma boa qualidade de vida no futuro.
    Francisco Lopes, Nº10, 10ºE

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    1. Portanto, precisamos de soluções que não nos tragam problemas a longo prazo, certo?

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  10. “Dúvidas quanto às consequências do efeito de estufa a nível regional “
    Miguel Vieira Coelho nº 22 10ºA
    Ao ler este artigo aprendi que apesar do cálculo das consequências do efeito de estufa e das atividades do homem no meio ambiente serem feitos através de probabilidades e comparação a modelos de simulação global, estes cálculos e resultados são exatos e seguros desde que sejam aplicados a uma escala global. Embora as previsões sejam precisas, são também limitadas pois para se determinar as consequências dos mesmos fatores quer nos ecossistemas naturais quer agrícolas, não se podem usar modelos globais e estas previsões passam a ser de caráter qualitativo e apenas podem ser dadas algumas indicações de caráter geral pois “Aliás, as incertezas são de tal ordem que qualquer previsão quantitativo é, por enquanto, impossível", a nível regional porque ainda há dificuldade em quantificar o impacto das atividades do ser humano e dos fenómenos climáticos a nível de modelos regionais.

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    1. Se em quantitativo é difícil já em qualitativo... Será que o que estamos a viver na Europa, em Portugal, este inverno, não é já fruto disso mesmo?

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  11. "DÚVIDAS QUANTO ÀS CONSEQUÊNCIAS DO EFEITO DE ESTUFA A NÍVEL REGIONAL" (pág. 498)

    As atividades humanas provocam alterações em todos os ecossistemas terrestres e uma das mais evidentes é o aumento do efeito estufa, cujos consequentes são extrapolados com modelos de simulação e com mecanismos e conexões de fenómenos climáticos. Apesar de estudos científicos tentarem descrever a evolução do clima e respetivas características e consequências a nível global, os resultados ( principalmente os dados quantitativos) ainda são muito limitados e insuficientes. Segundo pesquisas na América Central a temperatura irá aumentar 3-4ºC (Inverno) e 2-3ºC (Verão), a precipitação irá aumentar 20% no Inverno e diminuir 5-10% no Verão e a humidade do solo diminuirá 10-15%. Na Europa, na Austrália e no Sahel a tempera-tura subirá 2º C, à semelhança do Sudoeste Asiático, onde a precipitação aumentará 5-15% (Verão). No entanto e devido ao acentuado ritmo de alterações e das peculiaridades de determinados locais, há uma grande dificuldade em teorizar os impactos, mecanis-mos de regulação e amplitude dos fenómenos climáti-cos em diferentes regiões do mundo.

    Beatriz Marques nº8, 10º ano A

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    1. A oportunidade deste artigo é muita, não achas?

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  12. "SERÁ PRECISO MATAR DE ANTEMÃO OS NOSSOS NETOS?" (pág. 508)

    Desde as civilizações mais antigas até aos nossos dias que o Homem procria de modo a demonstrar a forte relação que nutre por outrem e dar continuidade à espécie, tendo sempre em conta as suas condições biológicas e socioculturais em que se insere. Como seres humanos que somos, as doutrinas religiosas, normas morais, ideologias, crenças e exploração do cosmos (onde a gestão ambiental e natural devem estar incluídas) que transmitimos aos nossos filhos, variam de pessoa para pessoa.
    É a reprodução biológica e genética de todas as espécies que promove a biodiversidade e o equilíbrio nos ecossistemas. No entanto, o Homem como ser racional que é, não se reproduz por instinto e aproveita-se desse conhecimento para expressar a sua liberdade, usufruindo do meio ambiente de forma incorreta. Posto isto, o Homem classificou-se como "guardião da Natureza", "proprietário absoluto e exclusivo" da Natureza... Mas quem o protegerá das investidas naturais e do mundo apocalíptico em que vive?... Uma das soluções passa por criar seres humanos mais fortes através de manipulações genéticas irreversíveis, capazes de sobreviver ao ar irrespirável que respiramos, às águas minadas que bebes, aos solos degradados e envenenados que pisamos produto de uma irresponsabilidade coletiva (e que só por si alteram o DNA dos indivíduos)...
    Conclui-se assim que as gerações dependem das ações dos seus antepassados, onde a soberania dos países desenvolvidos se sobrepõe a valores como a solidariedade e a verdade, explorando assim os mais pobres e fazendo-nos questionar acerca do progresso científico alcançado até à atualidade.
    Por fim, a questão que se impõe é se na realidade não é o Homem o escravo, o servo, o ser domesticado pelo egoísmo, ganancia e pela própria CIÊNCIA ( violando assim todos os princípios morais).

    Beatriz Marques nº8, 10º ano A

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    1. "Conclui-se assim que as gerações dependem das ações dos seus antepassados".
      Levantas também uma boa questão filosófica.

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  13. ''O Japão''
    No decorrer dos últimos 30 anos, o Japão transformou-se na segunda potência económica mundial, e é difícil entender como o fez, se ficou tão devastado pela segunda guerra mundial. Ou talvez não seja assim tão difícil. Os japoneses conseguiram tirar proveito da tecnologia que os americanos ''lhes deixaram'', e devido ao seu espírito de trabalho, rapidamente conseguiram evoluir e melhorar tudo aquilo que lhes foi ensinado. Mas obviamente, este ''milagre japonês'' trouxe consequências bastante negativas ao nível da poluição do Japão. Logicamente, as fábricas japoneses não só poluem os solos como as águas. Um estudo chegou mesmo a revelar elevados valores de dioxina em todos os peixes de uma baía de Tóquio. Muitas das ribeiras de Tóquio e seus arredores ficaram semelhantes a esgotos.
    Eu pergunto: como é que o Homem consegue chegar ao ponto de poluir e estragar aquilo que é fonte de vida!? O planeta Terra não é o dos Humanos, é-nos apenas emprestado, e cabe a todos os países adotarem medidas sustentáveis de desenvolvimento industrial de modo a não estragar e ''gastar'' irremediavelmente bens tão necessários como são a água e os solos. Valerá a pena acreditar nos políticos japoneses quando prometem fazer do Japão um país exemplar? Será possível fazer do Japão um país digno dos Homens?!

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    1. A tua pergunta é fundamental mas, na verdade, todos temos que dar o nosso contributo.

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  14. ‘’Natalidade, a fase descendente’’ (pg. 433)
    A diminuição da natalidade já começou em quase todos os países e, em algumas situações, já se encontra muito avançada. Um pouco por todo o lado, já se assistem a muitas campanhas para incentivar o aumento da natalidade. Por exemplo, medidas de natureza fiscal, que "estimulem casais a ter mais do que dois filhos; Desenvolver "um política fiscal para as famílias mais numerosas", criando "benefícios económicos à fixação e ampliação de famílias em zonas com baixas densidades populacionais", inverter a tendência de queda da taxa de natalidade e diminuir a pobreza infantil são outras medidas do Governo.
    È um dever, e cabe-nos a todos tentar combater este problema, que já é dilema Mundial. Joana Monteirinho 10ºA

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  15. Comento bem mais tarde a tua apreciação e numa altura em que se sabe que a natalidade em Portugal desceu assustadoramente. Prevê-se que em breve seremos pouco mais de 8 milhões!

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